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Em Boa Hora & Outras Notas

EM BOA HORA
O Conselho Monetário Nacional autorizou os bancos a liberarem R$ 22,5 bilhões dos depósitos compulsórios da poupança, para uso em financiamentos habitacionais. Como o Conselho Curador do FGTS já havia permitido a utilização de novos recursos do Fundo com a mesma finalidade, serão injetados cerca de R$ 31 bilhões no mercado imobiliário a partir de 1º de junho.

SÓ ATÉ R$ 400 MIL
O programa pró-cotista do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, teve seu orçamento de 2015 elevado em R$ 5 bilhões para beneficiar os trabalhadores que têm conta no FGTS há pelo menos três anos; entretanto, o valor máximo financiável caiu de R$ 750 mil para R$ 400 mil. A ideia é garantir mais recursos para mutuários de baixa renda que queiram adquirir a casa própria.

UMA ANÁLISE IMPORTANTE
A empresa PriceWaterhouse Coopers, contratada para examinar o balanço da Petrobras, diz que, a longo prazo, deve-se apostar em imóveis, pois o potencial do País é enorme e há um déficit habitacional estimado em oito milhões de unidades. Segundo a PWC, a curva ascendente do PIB per capita continuará a se impor e as famílias vão continuar a defender o lema “quem casa, quer casa”.

FGTS PARA PARENTES
Muitas pessoas perguntam sobre a possibilidade de alguém sacar seu FGTS para ajudar um parente – principalmente pais e filhos – a adquirir um imóvel. A resposta é não, pois o Fundo só pode ser retirado para a compra de imóvel no qual o próprio comprador irá morar. O governo não permite a utilização desse dinheiro para a aquisição de bem para terceiro, mesmo sendo parente próximo.

JORNAL EM QUEDA
Pesquisa do blog MarketingImob revelou que os departamentos de marketing imobiliário não mais consideram o jornal como o principal meio de divulgação dos seus anúncios. No ranking das ações prioritárias, o jornal é um dos últimos colocados para as empresas do setor, sendo importante para apenas 33% delas. A grande maioria tem optado pelos meios digitais, incluindo os portais.

QUANTOS ANOS PARA COMPRAR?
Estudo realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e pelo portal de classificados Zap Imóveis mostrou o tempo que se leva para comprar um imóvel em 35 cidades de diversas partes do mundo. A pesquisa levou em consideração a relação entre o preço médio dos imóveis nas cidades e a renda média da população. Em Porto Alegre, o tempo é 8,7 anos; em Salvador, 10,2; em São Paulo, 14,7; no Rio de Janeiro, 17,3.

QUEM É O COMPRADOR
No Conecta Imobi 2015 foram apresentados dados interessantes sobre o comportamento do consumidor imobiliário: 46% das pessoas que buscam imóveis são casadas e 41% são solteiras; 66% tem curso superior completo; 40% tem entre 25 e 34 anos; 53% buscam imóveis de 2 dormitórios e 55% querem um tamanho de 51m² a 100m²; 87% valorizam muito o preço do imóvel, 81% sua localização e 63% a facilidade de acesso ao transporte público; 68% acham indispensável a segurança; 51% a possibilidade de ter animais, e 49% vagas de garagem.

INTERNET PARA OS POBRES
Outra conclusão do Conecta Imobi 2015 foi que o Brasil ganhou mais ricos, mas a internet ganhou mais pobres. A internet sai de um ambiente elitizado, para progressivamente ficar mais popular, porque veio se massificando ao longo do tempo. No ritmo atual, é possível prever que em 8 anos a penetração da internet alcance todas as classes sociais.

Fonte: CARLOS ALCEU MACHADO (www.cam.adv.br)

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