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A OPÇÃO PELO RETROFIT & OUTRAS NOTAS

ESTRANGEIROS “DESCOBREM” O BRASIL –
As imobiliárias norte-americanas The Related Group e Related Companies formaram uma joint venture, com o nome de Related Brasil, para investir um bilhão de dólares no País durante o próximo triênio. Embora haja informações de que a nova empresa se focará na aquisição de terrenos visando a construção de hotéis e em projetos residenciais e comerciais de classe média e alta em todo o Brasil, seus representantes afirmam que São Paulo e Rio de Janeiro terão prioridade nos empreendimentos.

O FUTURO DOS IMÓVEIS NA INTERNET –
A internet não tem mais como ser deixada em plano secundário quando se trata de vender e alugar imóveis. É que as buscas on line estão crescendo de forma muito rápida, enquanto que os meios impressos definham a olhos vistos, diante da completa impossibilidade de darem aos consumidores a quantidade de informações que eles desejam. Ter sites próprios e anúncios em portais imobiliários são, portanto, duas atividades essenciais a quem deseja manter-se vivo no mercado.

PRESENÇA NO MUNDO DIGITAL –
Levantamento realizado por conhecida empresa imobiliária, com mais de mil entrevistados, apontou que dois terços dos interessados na aquisição de um imóvel utilizam as chamadas “redes sociais”. Esse número cresce para mais de 70% entre os consumidores cuja idade vai dos 18 aos 34 anos. Essa é mais uma pesquisa mostrando a necessidade dos operadores imobiliários se fazerem presente no mundo digital.

A OPÇÃO DO RETROFIT –
Uma operação que vem caindo no gosto dos investidores imobiliários é comprar imóveis degradados para recuperá-los. Essa técnica, conhecida como retrofit, é ainda pouco usada no Brasil, mas gera excelentes resultados. “Retrofitar” um imóvel bem localizado ou com bom potencial está sendo considerado muito mais vantajoso do que investir em imóveis prontos, cujos preços não estão deixando margem de lucro.

FREIO PUXADO –
Quando fortes construtoras e incorporadoras começam a conceder grandes descontos ou a incentivar a compra dos seus imóveis com brindes polpudos, é sinal que o mercado puxou o freio. Nos últimos dias, propagandas inseridas em horários nobres de canais de televisão, abertos e fechados, assim como nos maiores jornais do País, não deixam dúvidas de que o mercado está entrando numa nova fase. Os aviões que já decolaram precisam verificar quanto de gasolina ainda há nos seus tanques.

BOM OU MAL MOMENTO? –
Apesar de tudo, um estudo realizado em fevereiro pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, mostra que os brasileiros acreditam que o atual cenário econômico é favorável ao consumo de bens duráveis. Segundo o Índice de Expectativas das Famílias, 58,6% dos entrevistados afirmaram que estamos passando por um bom momento para a aquisição de imóveis, ao passo que 37,3% entendem que não. Os otimistas vivem no Sudeste (66%) e os pessimistas no Norte (64,7%).

AUMENTAM AS VENDAS VIA CONSÓRCIO –
O Banco do Brasil e o Banco Itaú elevaram para R$ 700 mil o limite dos créditos dos seus consórcios imobiliários. Ambas as instituições financeiras reajustaram em mais de cem por cento os valores máximos das suas cartas, entendendo que a valorização dos imóveis nos últimos anos exigia essa adequação. No BB, o prazo máximo de um consórcio passou para 200 meses.

LEILÃO É OPÇÃO –
Uma boa opção para os investidores imobiliários são os chamados leilões extrajudiciais, realizados por instituições financeiras, envolvendo imóveis retomados de mutuários inadimplentes. O procedimento de venda é semelhante ao do leilão judicial, mas com menor risco e burocracia. De qualquer modo, a análise da documentação e a prévia vistoria do imóvel pelo interessado são essenciais.

POUPANÇA REVIVE BONS TEMPOS –
Cada queda da taxa Selic significa mais depósitos na caderneta de poupança e, em consequência, mais recursos para o sistema financeiro da habitação. A conta é simples: os investidores em fundos de renda fixa têm seus rendimentos atrelados à taxa de juro determinada pelo Banco Central, e são onerados com taxa de administração e Imposto de Renda; já os depositantes em poupança, seguem recebendo 6% ao ano, mais a variação da TR (cerca de 1,50% a.a.) e estão isentos de IR. Hoje há um empate técnico, mas assim que a Selic cair para 9% a.a. a poupança superará qualquer fundo.

Por Carlos Alceu Machado (www.cam.adv.br)

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