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Boom imobiliário em Santos, São Paulo

Santos, Baixada SantistaSantos é a maior cidade do litoral paulista, com o mais movimentado porto da América Latina. Faca de dois gumes: o Porto de Santos tanto trouxe riquezas quanto um monte de problemas. Mas mesmo assim, a cidade é um importante pólo turístico, com suas praias, museus, comércio, vida noturna e histórias. Diversos índices econômicos e de qualidade de vida (ONU, IBGE, IPEA, entre outros), colocam a cidade sempre entre as melhores do Brasil para se viver ou investir. Em tempos de aquecimento de mercado imobiliário, Santos não ficou de fora. Muito pelo contrário…

Mais dinheiro disponível para crédito, menos juros e possibilidade de financiamentos com maior prazo movimentam o mercado da construção em quase todo o País, mas Santos tem sido considerada uma pérola nesse mar de concreto. Primeiramente, pela descoberta, este ano, de um megacampo de petróleo, que elevará em 40 a 60% as reservas brasileiras. Os investimentos e o emprego nas áreas operacionais e de logística estão espalhados por todo o litoral, do Rio a Santa Catarina, mas a inteligência de empresas como a Petrobrás – que exige mão-de-obra qualificada – ficará concentrada em Santos: o planejamento é que sejam criadas 1.200 vagas permanentes em dois anos e 3 mil até 2015, para engenheiros, geólogos e geofísicos, com salários acima de R$ 5 mil.

Segundo Edson Carpentieri, que lançou este ano o primeiro programa de TV local do setor imobiliário, o Jornal da Orla Imóveis, Santos se tornou um bairro nobre de São Paulo. O único com vista para o mar. A cidade, segundo ele, terá ainda de se preparar para ofertar mais serviços urbanos. Estimativas apontam para a migração de 50 mil famílias – cerca de 200 mil pessoas – em uma década. Isso aumentaria em 44% a população atual (de 450 mil habitantes).

Prédios imponentes são erguidos a todo vapor no pouco espaço que resta no território insular de Santos. Pelos bairros mais nobres vêem-se estruturas enormes, muitas delas com mais de 20 andares, que estão mudando a cara da cidade. Além de serem mais altos, estes novos edifícios contam com áreas de lazer mais amplas, refletindo algumas mudanças positivas que surgiram com o Plano Diretor de 1998. Para os empreendedores, esses diferenciais passaram a ser prioridade e um ótimo chamariz para divulgar e vender seus produtos.

Neste contexto, muitos lançamentos têm 50 a 60% das unidades vendidas na planta. Imóveis de luxo, a preços que variam de 2 a 5 milhões de reais não ficam sem compradores. Na outra ponta, locais afastados da beira mar também experimentam o “boom imobiliário”. A Zona Noroeste é um exemplo: Mais um grande empreendimento imobiliário deverá ser lançado na região ainda este ano. Os apartamentos de dois quartos (45 M2) vão custar entre R$ 90 a R$ 100 mil, e os de três quartos (60 M2) entre R$ 130 e R$ 140 mil, um evidente foco na classe “C”, que vem revolucionando o mercado brasileiro.

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