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Dinheiro Disponível & Outras Notas

PREVISÕES CONTRARIADAS
Contra as previsões de alguns economistas, que estimavam uma perda de fôlego do mercado imobiliário em 2013, o Índice Fipe/Zap revelou que os preços dos imóveis prontos tiveram um aumento médio de 13,8% nos últimos doze meses. Em novembro, Florianópolis liderou o ranking das maiores altas de preços, com elevação de 2,3%.

AQUECIMENTO PAULISTA
Outro indicativo que o mercado ainda está aquecido, é o fato de nos dez primeiros meses deste ano, o total de unidades lançadas na capital paulista ter recebido um incremento de 24,1% sobre igual período do ano passado. Já as vendas em 2013, superaram o total de unidades vendidas durante todo o ano de 2012 (em valores, o volume foi 41,4% superior). Dados do Secovi-SP.

DINHEIRO DISPONÍVEL
Para a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, a expansão do crédito imobiliário em 2014 variará de 15% a 20%. Entre janeiro e outubro deste ano, esse crédito já cresceu 34%, ante o mesmo período do ano passado, atingindo R$ 88 bilhões – mais do que todo o ano de 2012. Estima-se que os empréstimos destinados à compra e à construção de imóveis ultrapassem os R$ 100 bilhões ainda em 2013.

DÉFICIT HABITACIONAL
Apesar do déficit habitacional no País ter caído de 10% (2007) para 8,53% (2012), os que têm renda familiar de até 3 salários mínimos viram esse déficit se elevar de 70,7% (2007) para 73,6% (2012). Por isso, a maior parte das 5,24 milhões de residências que ainda precisam ser construídas no Brasil, têm como candidatos pessoas das classes D e E.

MAIS CRÉDITO
A fatia do crédito imobiliário em relação ao Produto Interno Bruto subiu para 8% no fim de outubro. Mas, de acordo com a Abecip, esses financiamentos têm condições de crescer ainda mais, sem risco de bolha, porque majoritariamente os brasileiros adquirem o imóvel para morar e não para especular. Além disso, no Brasil o valor médio dos empréstimos representa apenas 62% do preço dos imóveis financiados, contra até 100% nos países que enfrentaram bolhas.

APORTE CAIXA
A CEF alterou sua linha de refinanciamento chamada Aporte Caixa, que passou a se chamar Crédito Imóvel Próprio Caixa. A operação consiste basicamente num empréstimo, cujo teto não pode ultrapassar 60% da avaliação de um imóvel de propriedade do mutuário (residencial, comercial ou terreno). O imóvel fica alienado fiduciariamente à Caixa e a devolução do valor tomado pode ser feita em até 25 anos, com juros de 1,1% a 1,5% ao mês, mais TR.

COBRANÇA INDEVIDA
Quem vende um imóvel na planta, pode incluir no contrato cláusula de correção monetária do saldo devedor, baseada em qualquer dos índices disponíveis no mercado. No entanto, vencido o prazo estipulado para a entrega da unidade negociada sem que isso ocorra, a partir de então o promissário comprador fica desobrigado de continuar suportando tal correção.

BOLHA ESQUECIDA
Cinco anos depois do estouro da sua bolha imobiliária, o mercado norte-americano voltou a dar sinais de pujança. Em Miami, por exemplo, no terceiro trimestre de 2013 a venda de casas subiu 21,2% e a de apartamentos 8,7%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Outubro, foi o 23º mês seguido de aumento dos preços – com a ajuda dos compradores brasileiros.

PREFERÊNCIA LATINA
Por falar em mercado imobiliário de turismo, na América Latina o preferido dos brasileiros continua a ser o de Punta del Este. Ainda perdemos dos argentinos, mas já ganhamos dos próprios uruguaios quando o assunto é aquisição de casas no famoso balneário uruguaio. E isso que lá, ao contrário do que acontece nos EUA, não existe financiamento bancário para a compra.

Fonte: CARLOS ALCEU MACHADO (www.cam.adv.br)

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