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Financiamento é a opção para aquisição de imóvel mais barato

Um cenário promissor está formado em 2011 para quem quer realizar o sonho da casa própria. O crédito imobiliário para este ano será o maior da história, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança. A previsão é que os bancos vão ofertar R$ 105,5 bilhões, o suficiente para a compra de 1,2 milhão de imóveis.

O caminho mais fácil e rápido é o financiamento imobiliário, sendo a solução encontrada pela maioria das famílias. Para isso, é importante ter, pelo menos, 10% da entrada do imóvel.

Mas, até que ponto vale a pena trocar o aluguel pelas prestações? Cada caso é um caso, é verdade, mas quanto menor o preço do imóvel, mais vantajoso é o financiamento, de acordo com especialistas.

Financiar valores altos deixa o valor da prestação muito pesado. Neste caso, é melhor continuar pagando aluguel e economizar uma quantia mensal até conseguir uma entrada razoável para fazer um financiamento com prazo menor.

É preciso lembrar que o financiamento envolve um risco: em um determinado momento ao longo dos anos, por exemplo, o comprador pode não conseguir pagar as parcelas e, então, a dívida começa a crescer. O pior cenário é a retomada do imóvel pelo banco.

Podem ser classificados como “mais baratos” os imóveis de até R$ 150 mil. Os mais caros são aqueles a partir de R$ 200 mil. “Para os mais econômicos, o aluguel e o financiamento custam entre 0,6% e 0,8% do valor do imóvel, considerando uma entrada de 10%. Se o custo mensal é igual, vale a pena investir na compra de um imóvel próprio”, avalia Flávio Prando, vice-presidente de Habitação do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo).

Considerando os imóveis mais caros, o financiamento fica entre 1,1% e 1,2% do valor do imóvel, enquanto o custo do aluguel se mantém entre 0,6% e 0,8%. Como exemplo, para um imóvel de R$ 200 mil, a parcela do financiamento sai entre R$ 2,2 mil e R$ 2,4 mil. O aluguel, por sua vez, fica entre R$ 1,2 mil e R$ 1,6 mil.

NA DÚVIDA

O segurança André Luiz Santana, 23 anos, ainda não tem certeza do que fazer. Mora com os tios no Jardim Ângela, Zona Sul de São Paulo. A mulher está grávida de três meses e vive com a família dela. “Ganho R$ 1,1 mil por mês e só poderia pagar prestação de até R$ 400. Estou estudando várias propostas. Não dá para assumir um compromisso e não pagar.”

Fonte: Luciano Cavenagui – Agência Bom Dia

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