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Preços em Desaceleração & Outras Notas

Preços em quedaMERCADO OTIMISTA
Conforme a administradora Lello, no primeiro trimestre de 2013 cresceu 26% a venda de residências usadas na capital paulista, em comparação com igual período do ano passado. O levantamento também mostrou que os apartamentos com dois e três dormitórios e garagem foram os imóveis mais procurados. O valor médio das transações ficou em R$ 500 mil (igual ao de 2012).

FINANCIAMENTOS SEM AUMENTO
Apesar da elevação da taxa Selic para 7,5% ao ano, a expectativa do mercado é que esse aumento não repercutirá no setor imobiliário. Os vendedores que concedem financiamentos diretos aos compradores trabalham com taxas que independem da Selic, e os bancos privados já afirmaram que não têm intenção de alterar os juros dos financiamentos habitacionais.

MÚTUOS EM ALTA
Apesar de ser um percentual ainda diminuto em relação às economias do Primeiro Mundo, o volume dos financiamentos imobiliários no Brasil saltou de 5,7% para 7,1% do PIB entre março de 2012 e março de 2013. Considerando-se as operações de pessoas físicas e jurídicas, os mútuos aumentaram 32,9% nos últimos doze meses, alcançando um saldo de R$ 318 bilhões.

FRAUDES NO PMCMV
Embora seja uma operação difícil de ser posta em prática, o Governo Federal e a CEF dizem que começarão a fiscalizar casas e apartamentos vendidos dentro do PMCMV, para verificar se estão sendo habitados pelos mutuários. Em todo o País, é grande o número de denúncias envolvendo a revenda e a locação desse tipo de imóvel, situações que podem resultar no desfazimento do negócio.

COMPRA ROMPE LOCAÇÃO
É o adquirente de um imóvel alugado, e não quem o está vendendo, o titular do direito de despejar o inquilino. E isso se, no prazo de 90 dias, contados da data do registro do instrumento que formalizou a aquisição no Cartório de Imóveis, o comprador notificar o locatário, por escrito e com comprovação de recebimento, a desocupar o imóvel em no máximo noventa dias.

PREÇOS EM DESACELERAÇÃO
O preço do metro quadrado anunciado no portal Zap subiu 1,1% em abril, fazendo com que a alta acumulada nos primeiros quatro meses de 2013 alcançasse 3,9% – bem menor do que os 5,3% verificados no mesmo período do ano passado. Essa tendência à desaceleração na elevação dos preços se confirma no acumulado dos últimos 12 meses: em abril de 2012, o índice FipeZap Composto era de 21,8%, caindo para 11,9% em abril deste ano.

OS SETE MAIS
No ano passado, os sete maiores mercados imobiliários brasileiros foram, respectivamente: Fortaleza (R$ 2,40 bilhões), Salvador (R$ 2,66 bilhões), Porto Alegre (R$ 2,98 bilhões), Distrito Federal (R$ 3,33 bilhões), Belo Horizonte (R$ 3,91 bilhões), Rio de Janeiro (R$ 11,14 bilhões na região metropolitana) e São Paulo (R$ 28,48 bilhões, também na sua região metropolitana).

CRISE POR PERTO
Sem dinheiro para dar prosseguimento às obras, empresas espanholas e norueguesas simplesmente abandonaram empreendimentos imobiliários que construíam no litoral do Rio Grande do Norte. Por enquanto, a quebra prejudica apenas operários nordestinos e compradores europeus que confiaram em anúncios onde David Beckham aparecia como garoto-propaganda.

IMÓVEIS EM BUENOS AIRES
Muitos investidores internacionais estão dirigindo seus olhares para a capital portenha, onde bons imóveis estão sendo negociados na faixa dos 2.000 dólares o metro quadrado – bem menos do que há alguns anos. Assim como na Europa, os negócios imobiliários na Argentina também entraram em recessão; só no primeiro trimestre de 2013, a queda foi de 41,3%.

Fonte: CARLOS ALCEU MACHADO (mais comentários no Site e no Facebook)

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