fev 152011
 
Imóvel terá crédito menor e mais caro

A poupança está no limite para financiar casa própria e falta de recursos deve ser sentida em 3 anos O crescimento acelerado dos financiamentos para a casa própria começa a preocupar alguns setores, que estimam não haver recursos da poupança, a principal fonte de recursos do crédito imobiliário (95% do total), para além de três anos. Com a escassez, a tendência é de o crédito para empréstimos ficar menor e mais caro. O problema é que a poupança não está acompanhando o salto dos empréstimos habitacionais. Enquanto a [leia mais...]

jan 102011
 

Um cenário promissor está formado em 2011 para quem quer realizar o sonho da casa própria. O crédito imobiliário para este ano será o maior da história, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança. A previsão é que os bancos vão ofertar R$ 105,5 bilhões, o suficiente para a compra de 1,2 milhão de imóveis. O caminho mais fácil e rápido é o financiamento imobiliário, sendo a solução encontrada pela maioria das famílias. Para isso, é importante ter, pelo menos, 10% da entrada do [leia mais...]

dez 152010
 

O aumento do crédito, associado à queda da inadimplência e às condições macroeconômicas favoráveis contribuíram para o superaquecimento do setor imobiliário no Brasil. Apesar de a expansão evocar a bolha norte-americana, esse crescimento é sustentado, afirmam especialistas entrevistados pela revista AméricaEconomia, que, em dezembro, traz um especial sobre o mercado. De acordo com o presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), Luiz Antonio França, esse aquecimento tende a ser sustentável e prolongado. O executivo, no entanto, faz ressalvas quanto ao crédito imobiliário, uma [leia mais...]

set 302010
 

A expectativa de elevação da massa de renda da população, acompanhando o ritmo dos preços dos imóveis no país, afasta o mercado imobiliário brasileiro das características clássicas de formação de bolha. É o que defende o economista José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados. Ele argumenta que, comparando o cenário doméstico com a bolha hipotecária vista em 2008 nos Estados Unidos, em que o preço das casas crescia num ritmo muito mais rápido que o da renda dos americanos, o Brasil está longe de uma crise dessa [leia mais...]

set 022010
 

A participação do crédito imobiliário no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve atingir 11% em 2014, de acordo com as projeções de Luiz Antonio de França, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Isso é equivalente a um volume da ordem de R$ 500 bilhões, meta que o executivo considera importante e factível. Com o mercado aquecido pela maior oferta de crédito e aumento da massa salarial, a expectativa é de que essa relação fique entre 4% e 4,2% do PIB em 2010, [leia mais...]

ago 272010
 

O crescimento do crédito imobiliário no Brasil impressiona. De 2008 a 2009, no auge da crise financeira detonada por uma bolha imobiliária nos EUA, ele saltou de R$ 63 bilhões para R$ 91 bi, e a projeção do setor é que pode alcançar R$ 455 bilhões em 2015. Se acontecer, será um salto de 620% em sete anos. O brasileiro se pergunta se é uma bolha se formando, alguns economistas sustentam que não. José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados, por exemplo, diz que o mercado brasileiro [leia mais...]

ago 152010
 

O percentual de financiamento dos imóveis vem crescendo nos últimos anos no país, atingindo no primeiro semestre de 2010 uma média de 61,9% do valor total da moradia, de acordo com os dados divulgados hoje pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que engloba todos os empréstimos feitos pelos bancos nesse período. Em 2009, havia ficado em 61,1%, patamar acima do contabilizado um ano antes (58,6%). Os números registrados em 2004 (46,8%) e em 2005 (47,8%) mostram que os clientes dos bancos davam mais [leia mais...]

ago 082010
 

A possibilidade de que uma “bolha” esteja se formando no setor imobiliário brasileiro, apoiada em volumes robustos de crédito imobiliário e preços de imóveis em alta, pode não passar de um temor infundado. A constatação foi feita nesta quarta-feira pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que encomendou um estudo à MB Associados para comprovar que, mantidos os atuais patamares do setor, a formação de uma bolha não deve acontecer no curto ou no longo prazo. “Não temos características básicas que induzam ao aparecimento [leia mais...]

QR Code Business Card